sábado, 26 de janeiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
SIMPOSIO DE BIOQUIMICA E BIOTECNOLOGIA
III SIMBBTEC 2013
SIMPÓSIO DE BIOQUÍMICA E BIOTECNOLOGIA
LONDRINA - Pr
site: http://www.uel.br/eventos/simbbtec/
Insulina Made in Brasil
Enviado pelo Jornal da Ciência, 24/01/2013 Brasil vai produzir insulina em escala industrial | |
Brasília - O Laboratório Biomanguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vai passar a produzir insulina, medicamento usado no tratamento do diabetes. Um acordo firmado entre o governo e um laboratório ucraniano, que vai transferir a tecnologia, irá permitir a produção nacional do remédios, segundo o Ministério da Saúde.
A previsão é que, em três anos, o Brasil passe a fabricar a droga em escala industrial. Pelo cronograma divulgado pela pasta, o início da produção de cristais de insulina pela Fiocruz começa este ano. A fábrica de produção dos cristais (princípio ativo do medicamento) estará estruturada em 2014. No ano seguinte, serão feitos testes, qualificações e ajustes técnicos para a validação das instalações produtivas. Em 2016, a transferência de tecnologia pelo laboratório Indar à Fiocruz será concluída para o início da produção em escala industrial e, em 2017, o país estará preparado para a fabricação em grande escala.
"Calcula-se que a parceira entre a Fiocruz e o laboratório Indar resulte em uma economia de R$ 800 milhões para o governo brasileiro (considerando também a redução no preço dos insumos)", informou o ministério, por meio de nota. Ao todo, 7,6 milhões de brasileiros têm diabetes, dos quais 900 mil dependem exclusivamente do SistemaÚnico de Saúde (SUS).
O ministério comprou estoque de 3,5 milhões de frascos de insulina para 2013. O volume será entregue em abril e poderá chegar a 10 milhões de frascos até dezembro deste ano, caso haja necessidade.
Dados do governo apontam o alto índice de mortes causadas pelo diabetes - em torno de 50 mil todos os anos. A doença mata quatro vezes mais do que a aids e supera o número de vítimas do trânsito no país. Em 2010, 54 mil brasileiros morreram em decorrência do diabetes, enquanto 12 mil mortes foram provocadas pelo vírus HIV e 42 mil por acidentes de trânsito.
O número seria ainda maior se considerado que o diabetes age como fator de risco para várias outros males, como câncer e doenças cardiovasculares, por exemplo. Em 2010, 68,5 mil mortes estavam associadas ao diabetes - o que totaliza 123 mil mortes diretas ou indiretamente.
Em fevereiro de 2011, medicamentos para o tratamento do diabetes passaram a ser ofertados de graça dentro do Programa Saúde Não Tem Preço. O último balanço do governo indica que, desde o início da gratuidade, 4,1 milhões de pessoas receberam os remédios. O número de atendimentos passou de 306 mil, em janeiro de 2011, para 1,4 milhão, em outubro do ano passado, - um aumento de 370%
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domingo, 18 de novembro de 2012
Congresso Internacional: Bioenergia e Meio Ambiente
Scientific areas:
• Energetic Installations.
• Renewable Energies.
• Environmental Management. Environmental Engineering.
• Environmental Education.
• Materials.
• Projects Engineering.
• Computer Fluid Dynamics.
Link: http://ciiem.info/
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Programas gratuitos para pesquisas em Biotecnologia
Programas gratuitos para análise em Biologia Molecular - Freeware for Windows
A pagina http://molbiol-tools.ca/molecular_biology_freeware.htm dispõe de vários programas que podem facilitar a sua análise. Estes programas incluem:
1. Análise de DNA e RNA
2. Construção de plasmídios
3. Desenho de Primers
4. Análise de Proteínas
5.Visão de estruturas tridimensional
6.Alinhamentos;
7.Filogenia
Link: http://molbiol-tools.ca/molecular_biology_freeware.htm
A pagina http://molbiol-tools.ca/molecular_biology_freeware.htm dispõe de vários programas que podem facilitar a sua análise. Estes programas incluem:
1. Análise de DNA e RNA
2. Construção de plasmídios
3. Desenho de Primers
4. Análise de Proteínas
5.Visão de estruturas tridimensional
6.Alinhamentos;
7.Filogenia
Link: http://molbiol-tools.ca/molecular_biology_freeware.htm
sábado, 20 de outubro de 2012
2o. Congresso Mundial de Biotecnologia
After the overwhelming success of “1st Biotechnology World Congress" the organizers feel i
mmense pleasure to announce the "2nd Biotechnology World Congress" (2nd BWC) to be held in Dubai, UAE, from February 18th-21st, 2013. Keeping in consideration the long list of prospective participants who could not be accommodated in the 1st Biotechnology World Congress due to its limited duration of just two days, 2nd BWC will now be a four day international conference featuring lectures and poster presentations on selected topics by leaders in the field from academia and industry. The 2nd BWC will be unique in promoting the translational nature of modern biotechnological research, with emphasis on both the basic science in industry and academia as well as its practical and clinical applications. Presentations would focus on pharmaceutical biotechnology, vaccines, CNS, cancer, antibodies, protein engineering, plant and environmental technologies, transgenic plant and crops, bioremediation, microbial diversity research, business development, strategic alliances, partnering trends, product opportunities, growth business models and strategies, licensing etc.
The principal goal of this symposium will be to present the world with the breakthroughs in Biotechnology and bring together both young and experienced scientists from all regions of the world to open up avenues for their meaningful collaboration at regional and global level. The best current research and non-commercial aspects of the field will be reviewed.
A number of Nobel Laureates will deliver keynote lectures at the conference. There will be sessions in all the major areas of biotechnology, classed on the basis of areas as given below.
An International Advisory Board has been convened consisting of eminent scientists from all over the world, including among its members, four Nobel laureates. Please visit the web site http://dubaiconf02.com/bwc for details.
This is an incredible opportunity to showcase your basic research, findings and practices in the various thematic sessions stated below.
The conference offers the following sessions in biotechnology:
1. Pharmaceutical Biotechnology: biopharmaceuticals discovery (CNS, cancer, cardiovascular, endocrine, immune); vaccines; antibodies; protein engineering.
2. Plant and Environment: transgenic plants and crops; bioremediation; microbial diversity; bio-monitoring; photosynthetic microorganisms, cyanobacteria and microalgae.
3. Industrial and Manufacturing: bio-fuels; energy crops (cellulosic ethanol industry); industrial enzymes; bioprocess engineering and optimization.
4. Medical Biotechnology: biopharmaceutical manufacturing; diagnostics; imaging; pharmacogenomics (personalized medicine); microarray technology; biomarkers.
5. Business development: strategic alliances; partnering trends; product opportunities; growth; business models and strategies; licensing; merger and acquisitions; outsourcing; venture capital and financing; intellectual property.
6. Regenerative Medicine: stem cells, gene therapy; tissue engineering; cell based therapy; cell cultivation.
7. Other areas: Food; Marine; Bio-safety; Systems Biology, Clinical Research/clinical trials; bioethics; nanobiotechnology.
Abstracts for consideration as Invited or Session Lectures, and Poster Presentations can be submitted at http://dubaiconf02.com/bwc Alternatively, a maximum one-page length abstract written in English can be submitted to us by e-mail at info@dubaiconf03.com All submitted abstracts received will be reviewed on the basis of scientific merit, novelty and practical application. Due to the limited slots available, only the best abstracts will be selected. The abstracts of the conference and a selection of the proceedings will be published in a high Impact Factor journal by an international publisher. We suggest that all interested participants register and book their hotel in Dubai as early as possible
Please join us in sunny Dubai for both work and enjoyment in February 2013 to explore a plethora of information on current research in biotechnology and to network with fellow academics and industrial researchers.
DEADLINE FOR ABSTRACT SUBMISSION TO PRESENT LECTURE / POSTER: 1st DECEMBER, 2012
Discover Dubai & Biotechnology! Registration to the conference also includes:
1. An introductory social mixer
2. A gala dinner
3. Lunches during the conference
4. Daily refreshments
5. Visit to shopping centres
6. Special tours for accompanying persons (for paid accompanying persons and their partners only)
All above social activities will be offered free of charge to the fully paid and registered participants of The Biotechnology World Congress.
Sponsorship and exhibition opportunities are also available, for details please contact info@dubaiconf03.com
For more details and to register, please visit the conference Web site at http://dubaiconf02.com/bwc or alternatively you may contactinfo@dubaiconf03.com
Simpósio Internacional de Biotecnologia no Brasil
o Programa de Pós-Graduação em Microbiologia Agrícola da
Universidade Federal de Viçosa está organizando o SIMB 2012 -
Simpósio Internacional de Microbiologia e Biotecnologia, que será
realizado entre os dias 6 a 8 de dezembro de 2012, na cidade de
Viçosa, Minas Gerais.
Palestrantes renomados do Brasil e do exterior já estão confirmados.
Para maiores informações, o site do evento é
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Mestrado em Biotecnologia na UFSJ
Grupo de Biotecnologia de Microrganismos
O Grupo de Biotecnologia de Microrganismos (LABIOM) tem um vaga para alunos de mestrado que desejam trabalhar com expressão heteróloga de enzimas com aplicações industriais.
Pré-requisitos para o aluno:
1) Bom rendimento escolar;
2) Ter embasamento com técnicas de Biologia Molecular;
3) Ter conhecimento de Inglês;
4) Ser pró-ativo,
A possibilidade de bolsa está condicionada a posição do aluno aprovado no Programa
Contato: Prof. Alexsandro, asgaldino@gmail.com
Para conhecer melhor o LABIOM, acesse: www.labiom.com.br
O Grupo de Biotecnologia de Microrganismos (LABIOM) tem um vaga para alunos de mestrado que desejam trabalhar com expressão heteróloga de enzimas com aplicações industriais.
Pré-requisitos para o aluno:
1) Bom rendimento escolar;
2) Ter embasamento com técnicas de Biologia Molecular;
3) Ter conhecimento de Inglês;
4) Ser pró-ativo,
A possibilidade de bolsa está condicionada a posição do aluno aprovado no Programa
Contato: Prof. Alexsandro, asgaldino@gmail.com
Para conhecer melhor o LABIOM, acesse: www.labiom.com.br
Mestrado em Biotecnologia na UFSJ: Oportunidade
Prezados alunos,
O Lab. de Modelagem Molecular tem uma posição aberta para trabalhar com as metodologias abaixo sob a orientação dos Profs. Alex e Moacyr em parceria com Prof. Alexsandro Galdino
1) Modelagem Comparativa por Homologia;
2) Cálculos QM/MM e Dinâmica Molecular;
3) Ancoragem Molecular;
Desejável que o aluno tenha:
1) Bom rendimento escolar;
2) Disponibilidade de dedicação exclusiva a este projeto;
3) Bons conhecimentos de informática, sobretudo em linux (desejável mas não fundamental);
4) Inglês;
O que o Lab oferece:
1) Muito trabalho;
2) Participação nos seminários de grupo (obrigatório!);
3) Participação em congressos (quando tiver resultados);
Para os alunos interessados, favor entrar em contato pelo e-mail asgaldino@gmail.com
O Lab. de Modelagem Molecular tem uma posição aberta para trabalhar com as metodologias abaixo sob a orientação dos Profs. Alex e Moacyr em parceria com Prof. Alexsandro Galdino
1) Modelagem Comparativa por Homologia;
2) Cálculos QM/MM e Dinâmica Molecular;
3) Ancoragem Molecular;
Desejável que o aluno tenha:
1) Bom rendimento escolar;
2) Disponibilidade de dedicação exclusiva a este projeto;
3) Bons conhecimentos de informática, sobretudo em linux (desejável mas não fundamental);
4) Inglês;
O que o Lab oferece:
1) Muito trabalho;
2) Participação nos seminários de grupo (obrigatório!);
3) Participação em congressos (quando tiver resultados);
Para os alunos interessados, favor entrar em contato pelo e-mail asgaldino@gmail.com
sábado, 1 de setembro de 2012
Encontros e Cursos do Internacional Centre for Genetic Engineering and Biotechnology - 2012
O calendário de 2012 contém os cursos que serão realizados, assim como o endereço para obtenção de informações e para a inscrição em cada curso.
Para saber mais, acesse: http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/333802.html
O calendário de 2012 contém os cursos que serão realizados, assim como o endereço para obtenção de informações e para a inscrição em cada curso.
Para saber mais, acesse: http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/333802.html
Congresso Brasileiro de Biotecnologia
Inscrições prorrogadas com resumo: 05/09/2012
A Sociedade Brasileira de Biotecnologia tem a satisfação de convidá-los a participar do 4º Congresso Brasileiro de Biotecnologia a ser realizado na cidade do Guarujá, SP, no período de 28 de outubro a 01 de novembro de 2012 no Casa Grande Hotel Resort. Concomitantemente ao Congresso ocorrerá a Rodada e Feira de Negócios.
O Destino abriga, de maneira espetacular, 27 praias de águas limpas e mar aberto, iluminadas pelo sol e sorriso das crianças e dos surfistas. Além disso, uma delas, a Praia do Tombo, é a única do Brasil a receber o selo internacional Bandeira Azul. E Guarujá oferece muito mais: Trilhas que contam história e emocionam; Mirantes com vista para cenários realmente vibrantes; Ilhas rodeadas por águas multicoloridas; Fortes, Fortalezas e Pavilhões que fazem sentir a nostalgia do passado e encantam também pelos personagens que deixaram pegadas na história. Os acordes dos Shows; as batidas das Casas Noturnas; as Compras e uma Gastronomia multicultural tornam Guarujá um lugar inconfundível, que envolve os visitantes.
Finalmente, resorts, hotéis, pousadas, flats e outros meios de hospedagem com grande número de leitos, além de infraestrutura completa e especializada, fazem de Guarujá um lugar privilegiado para congressos, seminários e outros eventos de negócios.
No escopo de aperfeiçoar, aprimorar e modernizar o 4º CBBiotec vem proporcionar aos profissionais e expositores oportunidades de atualização em assuntos essenciais, além de contatos e novas tendências nesta área. A ciência brasileira tem avançado muito, tanto qualitativa quanto quantitativamente, mas a integração da academia com o setor produtivo é ainda uma conquista que se faz necessária. O objetivo do congresso é incentivar a sólida interação da ciência brasileira com o setor produtivo para transformar conhecimento em produto e aproveitar os profissionais bem qualificados no setor de pesquisa e desenvolvimento das empresas brasileiras. Cientificamente nosso trabalho será da mais alta qualidade, que certamente atrairá a atenção de grande público.
saber mais: http://www.sigaeventos.com.br/4CBBIOTECNOLOGIA/
Inscrições prorrogadas com resumo: 05/09/2012
A Sociedade Brasileira de Biotecnologia tem a satisfação de convidá-los a participar do 4º Congresso Brasileiro de Biotecnologia a ser realizado na cidade do Guarujá, SP, no período de 28 de outubro a 01 de novembro de 2012 no Casa Grande Hotel Resort. Concomitantemente ao Congresso ocorrerá a Rodada e Feira de Negócios.
O Destino abriga, de maneira espetacular, 27 praias de águas limpas e mar aberto, iluminadas pelo sol e sorriso das crianças e dos surfistas. Além disso, uma delas, a Praia do Tombo, é a única do Brasil a receber o selo internacional Bandeira Azul. E Guarujá oferece muito mais: Trilhas que contam história e emocionam; Mirantes com vista para cenários realmente vibrantes; Ilhas rodeadas por águas multicoloridas; Fortes, Fortalezas e Pavilhões que fazem sentir a nostalgia do passado e encantam também pelos personagens que deixaram pegadas na história. Os acordes dos Shows; as batidas das Casas Noturnas; as Compras e uma Gastronomia multicultural tornam Guarujá um lugar inconfundível, que envolve os visitantes.
Finalmente, resorts, hotéis, pousadas, flats e outros meios de hospedagem com grande número de leitos, além de infraestrutura completa e especializada, fazem de Guarujá um lugar privilegiado para congressos, seminários e outros eventos de negócios.
No escopo de aperfeiçoar, aprimorar e modernizar o 4º CBBiotec vem proporcionar aos profissionais e expositores oportunidades de atualização em assuntos essenciais, além de contatos e novas tendências nesta área. A ciência brasileira tem avançado muito, tanto qualitativa quanto quantitativamente, mas a integração da academia com o setor produtivo é ainda uma conquista que se faz necessária. O objetivo do congresso é incentivar a sólida interação da ciência brasileira com o setor produtivo para transformar conhecimento em produto e aproveitar os profissionais bem qualificados no setor de pesquisa e desenvolvimento das empresas brasileiras. Cientificamente nosso trabalho será da mais alta qualidade, que certamente atrairá a atenção de grande público.
saber mais: http://www.sigaeventos.com.br/4CBBIOTECNOLOGIA/
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
MCTI seleciona laboratórios para integrar sistema de nanotecnologia
O ministério lançou uma chamada pública, aberta até 21 de setembro, para selecionar o primeiro grupo a integrar o Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologias (Sisnano).
O ministério lançou uma chamada pública, aberta até 21 de setembro, para selecionar o primeiro grupo a integrar o Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologias (Sisnano).
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) lançou uma chamada pública, aberta até 21 de setembro, para selecionar o primeiro grupo a integrar o Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologias (Sisnano) - rede criada para estruturar e ampliar o acesso de cientistas e empresas à infraestrutura de pesquisa básica e avançada com matérias de tamanho atômico.
Instituído pela Portaria 245, de 5 de abril, e regulamentado pela Instrução Normativa 2, de 15 de junho, o Sisnano tem formato multiusuário e vai garantir aos laboratórios que o integrarem prioridade nas políticas públicas de apoio à infraestrutura e à formação de recursos humanos, de acordo com as diretrizes da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Encti). Associada ao Plano Brasil Maior, a nanotecnologia é considerada uma área estratégica para o desenvolvimento do país, com inúmeras aplicações industriais.
O Sisnano está sob responsabilidade da Coordenação-Geral de Micro e Nanotecnologias (CGNT), da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI (Setec). O formulário para submissão de propostas está disponível na página do sistema (http://www.mcti.gov.br/ sisnano) e deve ser enviado nas versões digital, por e-mail, e impressa, para o endereço da CGNT, em Brasília.
Após selecionar os laboratórios, o Comitê Consultivo de Nanotecnologia (CCNano) e a CGNT vão discutir as condições, caso a caso, para os candidatos integrarem o sistema. Feito isso, as partes se comprometem a assinar um acordo de cooperação técnico-científica. Segundo a coordenação, o perfil do conjunto de laboratórios integrados ao Sisnano vai definir a política de financiamento, o volume e a distribuição de recursos para a rede.
(Ascom do MCTI)
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Congresso Brasileiro de Tecnologia Enzimática
Desta vez, sob a coordenação do prof. Jürgen Andreaus, o evento será em BLUMENAU-SC.
Confira o site oficial:
www.furb.br/enzitec2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
Portal Inovação do MCTI
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (mcti) criou o Portal da Inovação que é um espaço para encontrar as demandas tecnológicas de um determinado nicho mercadológico. É um espaço criado para que os atores: a Academia, o Governo e os Empresários possam discutir sobre Inovação Tecnológica. Faça o seu cadastro, é gratuito.
Site: http://www.portalinovacao.mct.gov.br/pi/#/pi
Site: http://www.portalinovacao.mct.gov.br/pi/#/pi
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Política especial para nanotecnologia vai estimular aplicação da pesquisa na indústria
Esforço conjunto de oito ministérios caminha para a edição de portaria que vai criar um conselho consultivo para definir as diretrizes do governo para a nanotecnologia, como é conhecida a capacidade tecnológica de manipular a matéria de tamanho atômico, de 1 a 100 nanômetros - cada nanômetro tem um milionésimo de milímetro, ou seja, uma unidade 10 mil vezes menor que o diâmetro do fio de cabelo.
A intenção do governo é estimular a pesquisa básica, a pesquisa aplicada na indústria e o desenvolvimento de materiais em diversos ramos de atividade produtiva, como a indústria têxtil, eletrônica, farmacêutica, de cosméticos e de plástico, além de agricultura e produção de energia.
O conselho consultivo vai arbitrar sobre a proposta que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) deverá fechar até março para o segmento. Segundo a Estratégia Nacional do MCTI, lançada no ano passado, a proposta tratará da formação de pesquisadores e da infraestrutura dos laboratórios de pesquisa; criará políticas para aumentar o número de empresas que desenvolvem nanotecnologia; e estabelecerá parâmetros para a cooperação internacional.
Além disso, a estratégia prevê a criação do Sistema Nacional de Laboratórios em Nanociências e Nanotecnologias (SisNano) para aumentar a interação entre os pesquisadores. "É preocupação do atual ministro [Marco Antonio Raupp] nós estabelecermos uma governança do sistema", revela o físico Adalberto Fazzio, coordenador-geral de Micro e Nanotecnologias da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI.
Segundo ele, o desenvolvimento industrial do País depende de pesquisa e investimento em nanotecnologia. "Se nós queremos inovação, se queremos uma indústria de manufaturados forte, temos que ter uma tecnologia forte. Hoje, isso passa por ter a nanotecnologia", defendeu em entrevista.
O MCTI conta com 16 institutos nacionais de ciência e tecnologia (INCTs) dedicados a estudos de nanotecnologia, o que representa cerca de 13% dos INCTs, além de mais dez unidades de pesquisa atuando na área. De acordo com o Panorama da Nanotecnologia, publicado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Indústria (ABDI), 2.242 pesquisadores brasileiros escreveram 833 artigos científicos entre 2005 e 2008 a respeito do assunto; e quase 70% dos artigos são de pesquisadores vinculados a universidades e institutos de pesquisa de São Paulo, sendo 204 artigos da Universidade de São Paulo (USP).
De acordo com Fazzio, os pesquisadores "estão sedentos por interagir com as empresas". A intenção do MCTI é aportar investimentos na melhoria e aquisição de equipamentos para os laboratórios dos institutos e universidade, e estimular parcerias com empresas que buscam inovação em nanotecnologia.
A disposição do governo é bem vista na indústria. Para o diretor de Assuntos Industriais da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Marcelo Kós Silveira Campos, a política de nanotecnologia "deve envolver o desenvolvimento tecnológico e também focar o mercado". Ele espera que a iniciativa resulte na elaboração de um marco regulatório para pesquisa e uso de nanotecnologias. Ainda são pouco conhecidos os riscos potenciais à saúde humana e animal e ao meio ambiente com o desenvolvimento das nanotecnologias.
Ele lembra que o País ocupa uma posição pouco expressiva no desenvolvimento de nanotecnologias. "Há distâncias no País entre o desenvolvimento científico e o passo seguinte necessário para transformar isso em alguma funcionalidade e depois transformar em inovação", lembra.
Mais de 600 empresas informaram desenvolver atividades relacionadas à nanotecnologia à Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec), feita pelo IBGE em 2008. Conforme a ABDI, o Brasil é o 25º país no ranking mundial de nanotecnologia. "Observa-se um reduzido número de empresas que incorporam nanotecnologias em seus produtos ou processos ou que fabricam nanomateriais [...] Esse fato tem forte relação com a posição pouco expressiva do Brasil em relação ao seu portfólio de patentes", descreve a ABDI na publicação 'Panorama da Nanotecnologia'.
Fonte: Jornal da Ciência 8 de fevereiro de 2012
A intenção do governo é estimular a pesquisa básica, a pesquisa aplicada na indústria e o desenvolvimento de materiais em diversos ramos de atividade produtiva, como a indústria têxtil, eletrônica, farmacêutica, de cosméticos e de plástico, além de agricultura e produção de energia.
O conselho consultivo vai arbitrar sobre a proposta que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) deverá fechar até março para o segmento. Segundo a Estratégia Nacional do MCTI, lançada no ano passado, a proposta tratará da formação de pesquisadores e da infraestrutura dos laboratórios de pesquisa; criará políticas para aumentar o número de empresas que desenvolvem nanotecnologia; e estabelecerá parâmetros para a cooperação internacional.
Além disso, a estratégia prevê a criação do Sistema Nacional de Laboratórios em Nanociências e Nanotecnologias (SisNano) para aumentar a interação entre os pesquisadores. "É preocupação do atual ministro [Marco Antonio Raupp] nós estabelecermos uma governança do sistema", revela o físico Adalberto Fazzio, coordenador-geral de Micro e Nanotecnologias da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTI.
Segundo ele, o desenvolvimento industrial do País depende de pesquisa e investimento em nanotecnologia. "Se nós queremos inovação, se queremos uma indústria de manufaturados forte, temos que ter uma tecnologia forte. Hoje, isso passa por ter a nanotecnologia", defendeu em entrevista.
O MCTI conta com 16 institutos nacionais de ciência e tecnologia (INCTs) dedicados a estudos de nanotecnologia, o que representa cerca de 13% dos INCTs, além de mais dez unidades de pesquisa atuando na área. De acordo com o Panorama da Nanotecnologia, publicado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Indústria (ABDI), 2.242 pesquisadores brasileiros escreveram 833 artigos científicos entre 2005 e 2008 a respeito do assunto; e quase 70% dos artigos são de pesquisadores vinculados a universidades e institutos de pesquisa de São Paulo, sendo 204 artigos da Universidade de São Paulo (USP).
De acordo com Fazzio, os pesquisadores "estão sedentos por interagir com as empresas". A intenção do MCTI é aportar investimentos na melhoria e aquisição de equipamentos para os laboratórios dos institutos e universidade, e estimular parcerias com empresas que buscam inovação em nanotecnologia.
A disposição do governo é bem vista na indústria. Para o diretor de Assuntos Industriais da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Marcelo Kós Silveira Campos, a política de nanotecnologia "deve envolver o desenvolvimento tecnológico e também focar o mercado". Ele espera que a iniciativa resulte na elaboração de um marco regulatório para pesquisa e uso de nanotecnologias. Ainda são pouco conhecidos os riscos potenciais à saúde humana e animal e ao meio ambiente com o desenvolvimento das nanotecnologias.
Ele lembra que o País ocupa uma posição pouco expressiva no desenvolvimento de nanotecnologias. "Há distâncias no País entre o desenvolvimento científico e o passo seguinte necessário para transformar isso em alguma funcionalidade e depois transformar em inovação", lembra.
Mais de 600 empresas informaram desenvolver atividades relacionadas à nanotecnologia à Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec), feita pelo IBGE em 2008. Conforme a ABDI, o Brasil é o 25º país no ranking mundial de nanotecnologia. "Observa-se um reduzido número de empresas que incorporam nanotecnologias em seus produtos ou processos ou que fabricam nanomateriais [...] Esse fato tem forte relação com a posição pouco expressiva do Brasil em relação ao seu portfólio de patentes", descreve a ABDI na publicação 'Panorama da Nanotecnologia'.
Fonte: Jornal da Ciência 8 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
O instituto de Pesquisas Tecnologicas investe em ramo recente da Ciência
No segundo semestre, a estatal pretende inaugurar oficialmente seu primeiro laboratório de bionanotecnologia.
Quando uma empresa de tecnologia perde a corrida por um segmento de mercado, uma estratégia que pode adotar para retomar a dianteira é investir em uma área nova e com poucos competidores. O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), estatal vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, decidiu adotar essa estratégia para atrair mais parcerias e reforçar sua receita anual, de R$ 200 milhões em 2011.
No segundo semestre, a estatal pretende inaugurar oficialmente seu primeiro laboratório de bionanotecnologia - um ramo da ciência que começou a ganhar ímpeto no mundo em 2010 e tem um potencial de geração de receita global de US$ 2 trilhões a US$ 3 trilhões por ano. "Nossa estratégia consiste em entrar em uma área nova no mundo inteiro, com pouca concorrência, para acelerar o processo de inovação no País", afirma João Fernando Gomes de Oliveira, presidente do IPT.
O executivo afirma que já firmou contratos com companhias privadas, avaliados entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões no total, para desenvolver pesquisas. A expectativa é chegar a R$ 10 milhões em contratos até o fim do ano e atrair investimentos de R$ 45 milhões a R$ 47 milhões em cinco anos. Entre as empresas com projetos na área de bionanotecnologia com o IPT estão Oxiteno, pertencente ao Grupo Ultra, Vale, Petrobras e Raízen, joint venture formada pela Cosan e a anglo-holandesa Shell.
As pesquisas serão realizadas sempre com três fontes de recursos, divididas de forma igualitária: investimento de empresa privada, subvenção do governo e recursos da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). As empresas e estatais deverão compartilhar a gestão das patentes geradas a partir das pesquisas.
No foco do IPT estão pesquisas que preveem o uso da bionanotecnologia nas áreas de energia, química, petroquímica e farmacologia. O foco de trabalho é bastante específico: o interesse do IPT é unir os conhecimentos de nanotecnologia e de biotecnologia para desenvolver novos processos de produção industrial. E produzir em larga escala dispositivos e equipamentos para as indústrias interessadas em adotar esses novos processos. "Como são procedimentos novos, as indústrias não encontram equipamentos no mercado", afirma Oliveira.
Para montar o laboratório, o IPT investiu R$ 46 milhões em dois anos - R$ 21 milhões foram usados na construção de um prédio novo no IPT, com 8 mil metros quadrados de área. A obra ficou a cargo da Esquadro Construtora, vencedora da licitação. Os outros R$ 25 milhões vêm sendo usados na aquisição de equipamentos.
O IPT também recebeu autorização do governo estadual para contratar por concurso público 250 profissionais, sendo 100 pesquisadores com experiência na área de bionanotecnologia. Do total de pesquisadores aprovados, 60 já foram contratados. A expectativa é de que o restante seja incorporado no segundo semestre, quando a nova unidade estiver pronta para operar.
O laboratório representa um ponto de virada na história recente do IPT. O Instituto foi fundado em 1899, com o foco no desenvolvimento de pesquisas voltadas ao aprimoramento industrial. Na década passada, a estatal passou por momentos difíceis, recebendo investimentos mínimos do governo estadual (R$ 2 milhões a R$ 5 milhões ao ano) e sem contratações.
No fim da década, o IPT desenvolveu um plano de metas para revitalizar a área de pesquisas e atrair mais parcerias com empresas privadas e reforçar seu caixa. O plano foi submetido aos governos estadual e federal e, em 2009, a estatal recebeu um investimento de R$ 100 milhões, sendo R$ 57 milhões do governo do Estado de São Paulo e R$ 43 milhões do BNDES.
Os recursos foram usados na construção de três laboratórios, incluindo o de bionanotecnologia, e em reformas em 19 unidades. O orçamento anual do IPT é de R$ 200 milhões, sendo R$ 100 milhões obtidos com a prestação de serviços a empresas. Verbas de governo representam a outra metade. Por ano, o Instituto atende a uma média de 3,5 mil companhias de todos os segmentos industriais.
Fonte: Jornal Valor Econômico, Jornal da Ciência de 3 de fevereiro de 2012.
Quando uma empresa de tecnologia perde a corrida por um segmento de mercado, uma estratégia que pode adotar para retomar a dianteira é investir em uma área nova e com poucos competidores. O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), estatal vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, decidiu adotar essa estratégia para atrair mais parcerias e reforçar sua receita anual, de R$ 200 milhões em 2011.
No segundo semestre, a estatal pretende inaugurar oficialmente seu primeiro laboratório de bionanotecnologia - um ramo da ciência que começou a ganhar ímpeto no mundo em 2010 e tem um potencial de geração de receita global de US$ 2 trilhões a US$ 3 trilhões por ano. "Nossa estratégia consiste em entrar em uma área nova no mundo inteiro, com pouca concorrência, para acelerar o processo de inovação no País", afirma João Fernando Gomes de Oliveira, presidente do IPT.
O executivo afirma que já firmou contratos com companhias privadas, avaliados entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões no total, para desenvolver pesquisas. A expectativa é chegar a R$ 10 milhões em contratos até o fim do ano e atrair investimentos de R$ 45 milhões a R$ 47 milhões em cinco anos. Entre as empresas com projetos na área de bionanotecnologia com o IPT estão Oxiteno, pertencente ao Grupo Ultra, Vale, Petrobras e Raízen, joint venture formada pela Cosan e a anglo-holandesa Shell.
As pesquisas serão realizadas sempre com três fontes de recursos, divididas de forma igualitária: investimento de empresa privada, subvenção do governo e recursos da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). As empresas e estatais deverão compartilhar a gestão das patentes geradas a partir das pesquisas.
No foco do IPT estão pesquisas que preveem o uso da bionanotecnologia nas áreas de energia, química, petroquímica e farmacologia. O foco de trabalho é bastante específico: o interesse do IPT é unir os conhecimentos de nanotecnologia e de biotecnologia para desenvolver novos processos de produção industrial. E produzir em larga escala dispositivos e equipamentos para as indústrias interessadas em adotar esses novos processos. "Como são procedimentos novos, as indústrias não encontram equipamentos no mercado", afirma Oliveira.
Para montar o laboratório, o IPT investiu R$ 46 milhões em dois anos - R$ 21 milhões foram usados na construção de um prédio novo no IPT, com 8 mil metros quadrados de área. A obra ficou a cargo da Esquadro Construtora, vencedora da licitação. Os outros R$ 25 milhões vêm sendo usados na aquisição de equipamentos.
O IPT também recebeu autorização do governo estadual para contratar por concurso público 250 profissionais, sendo 100 pesquisadores com experiência na área de bionanotecnologia. Do total de pesquisadores aprovados, 60 já foram contratados. A expectativa é de que o restante seja incorporado no segundo semestre, quando a nova unidade estiver pronta para operar.
O laboratório representa um ponto de virada na história recente do IPT. O Instituto foi fundado em 1899, com o foco no desenvolvimento de pesquisas voltadas ao aprimoramento industrial. Na década passada, a estatal passou por momentos difíceis, recebendo investimentos mínimos do governo estadual (R$ 2 milhões a R$ 5 milhões ao ano) e sem contratações.
No fim da década, o IPT desenvolveu um plano de metas para revitalizar a área de pesquisas e atrair mais parcerias com empresas privadas e reforçar seu caixa. O plano foi submetido aos governos estadual e federal e, em 2009, a estatal recebeu um investimento de R$ 100 milhões, sendo R$ 57 milhões do governo do Estado de São Paulo e R$ 43 milhões do BNDES.
Os recursos foram usados na construção de três laboratórios, incluindo o de bionanotecnologia, e em reformas em 19 unidades. O orçamento anual do IPT é de R$ 200 milhões, sendo R$ 100 milhões obtidos com a prestação de serviços a empresas. Verbas de governo representam a outra metade. Por ano, o Instituto atende a uma média de 3,5 mil companhias de todos os segmentos industriais.
Fonte: Jornal Valor Econômico, Jornal da Ciência de 3 de fevereiro de 2012.
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