A queda chegou a quase 50% em dois anos e foi obtida com a conclusão da informatização dos processos, mas o órgão esbarra agora na falta de pessoal para atingir em 2015 a meta de quatro anos, compatível com padrões internacionais.
O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) reduziu de oito para cinco anos o tempo estimado de tramitação de pedidos de patentes depositados a partir de 2011. A redução foi a mais significativa obtida pelo INPI desde o início de sua reformulação para aperfeiçoar a proteção dos diretos sobre produtos e processos criados por empresas e pesquisadores e incentivar a elevação dos investimentos em inovação no setor privado. Em 2008, o prazo médio estimado para um depósito de patente era de 10,3 anos, mantido em 2009 (10,2). Em 2010, o indicador caiu para 8,3 e terminou o ano passado em 5,4.
Em entrevista ao Estado, o presidente do INPI, Jorge Ávila, disse que o órgão praticamente esgotou os ganhos de produtividade possíveis com automação e a reorganização das divisões técnicas especializadas, que aumentaram de 6 para 20 em 6 anos. Isso permitiu a identificação e arquivamento de cerca de 30 mil processos inadimplentes ou com documentação falha, reduzindo a fila, que não para de aumentar. Cerca de 160 mil ainda aguardam a patente do INPI.
"Ganhamos produtividade ao equacionar a fila de pedidos usando racionalização e informatização, mas agora só conseguiremos reduzir significativamente os prazos com mais examinadores", disse Ávila.
"Quatro anos é um prazo compatível com as melhores práticas internacionais para garantir análise confiável e dar segurança às empresas para desenvolver o produto de suas tecnologias." O INPI espera ficar fora da tesoura do Orçamento para realizar ainda este ano novos concursos e ampliar o quadro atual, de 273 examinadores. Ávila não detalha os números, mas o quadro considerado ideal seria de 700 para atender o crescimento da atividade de inovação que a política industrial do governo quer incentivar, inclusive a atraindo centros de pesquisa de multinacionais.
Os depósitos já têm crescido cerca de 10% ao ano. Em 2011, o INPI recebeu mais de 30 mil pedidos de patentes. A demora impede que inovações setor nem negócios o quanto antes. O escritório americano de patentes tem 5,4 mil examinadores e 460 mil depósitos anuais, 85 por analista. O europeu tem 3,6 mil técnicos para 150 mil novos pedidos por ano, 41 por examinador. O primeiro concede a patente num prazo médio de 3,5 anos. O segundo, em 4,5 anos.
Já o INPI tem hoje um examinador para cada 110 novos depósitos anuais. O Movimento Empresarial pela Inovação (MEI) pediu ao governo a contratação de pelo menos mais 330 examinadores no curto prazo.
Fonte: O Estado de São Paulo, Jornal da Ciência de Janeiro de 2012)
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Brasileiros aumentam pedidos de patentes no exterior
Os depósitos de patentes de empresas e pesquisadores brasileiros no exterior pelo sistema internacional do Tratado de Cooperação em Patentes (PCT, na sigla em inglês) aumentaram 22,6% em três anos, segundo dados do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).
Os registros saltaram de 398 em 2007, para 488 em 2010, mas o avanço provavelmente é maior, disse o presidente do INPI, Jorge Ávila. Isso porque o PCT, que ainda não exibe dados de 2011, leva até 30 meses para consignar os pedidos.
O desempenho do Brasil ainda é modesto na comparação com países desenvolvidos como os Estados Unidos (34,8 mil registros em 2010) e emergentes como a China (11,4 mil em 2010). Mas ganha de latino-americanos como Chile (79) e Argentina (18), que não integram o PCT.
Os depósitos de brasileiros feitos diretamente nos Estados Unidos aumentaram 51,4% no mesmo período, somando 568 em 2010. Já no escritório europeu de patentes, os registros brasileiros cresceram 18%, somando 520 no ano retrasado. No Japão, o volume é mais modesto, mas os 82 pedidos de 2010 representam alta de 12,3% ante 2007.
Segundo Ávila, a demanda de pedidos de proteção dos direitos sobre processos e produtos contemplando mercados internacionais vem aumentando desde que o Brasil aderiu à Organização Mundial da Propriedade Intelectual e passou a oferecer o acesso ao PCT por meio do INPI, em 2009. Para ele, é um sinal de que a internacionalização das empresas brasileiras está ampliando o foco da inovação feita aqui.
"A patente é o que garante direitos exclusivos de remuneração sobre um esforço de desenvolvimento. Materializa o conhecimento como valor econômico", explica Ávila. "Se uma tecnologia pode ser combinada com o conhecimento produzido em outros países ou representa chance de vender produtos no mercado global, fica interessante protegê-la em todos os países onde se quer atuar. E o INPI é hoje uma porta para o mundo."
Para o presidente do INPI, apesar das dificuldades da indústria brasileira para exportar e enfrentar a competição de importados no mercado interno, o empresariado passou a ver a inovação como um fator decisivo para a competitividade, para além de câmbio e barreiras tarifárias.
"Na medida em que aumenta o conhecimento sobre o mundo da inovação e o Brasil se integra à economia internacional, oportunidades criadas aqui com potencial de repercussão no mundo passam a ser melhor aproveitadas. Antes, numa economia isolada, as empresas nem pensavam em levar o que criavam para um mercado mais amplo", diz Ávila.
Prazo. Entre janeiro e o início de dezembro de 2011, o INPI recebeu 30.088 pedidos de patentes, alta de 7,2% em relação a 2010. Atualmente, o processo de concessão de patentes do INPI dura entre seis e oito anos. Com o aumento do número de examinadores, Ávila espera reduzir o prazo em dois anos e meio já em 2012.
Outra forma de facilitar negócios é a emissão de uma "opinião preliminar" sobre o objeto do pedido de proteção. O documento, que passará a ser emitido pelo INPI até junho, poderá ser usado em contratos antes mesmo da patente definitiva.
Fonte: O Estado de São Paulo. Jornal da Ciência, 26 de janeiro de 2012.
Os registros saltaram de 398 em 2007, para 488 em 2010, mas o avanço provavelmente é maior, disse o presidente do INPI, Jorge Ávila. Isso porque o PCT, que ainda não exibe dados de 2011, leva até 30 meses para consignar os pedidos.
O desempenho do Brasil ainda é modesto na comparação com países desenvolvidos como os Estados Unidos (34,8 mil registros em 2010) e emergentes como a China (11,4 mil em 2010). Mas ganha de latino-americanos como Chile (79) e Argentina (18), que não integram o PCT.
Os depósitos de brasileiros feitos diretamente nos Estados Unidos aumentaram 51,4% no mesmo período, somando 568 em 2010. Já no escritório europeu de patentes, os registros brasileiros cresceram 18%, somando 520 no ano retrasado. No Japão, o volume é mais modesto, mas os 82 pedidos de 2010 representam alta de 12,3% ante 2007.
Segundo Ávila, a demanda de pedidos de proteção dos direitos sobre processos e produtos contemplando mercados internacionais vem aumentando desde que o Brasil aderiu à Organização Mundial da Propriedade Intelectual e passou a oferecer o acesso ao PCT por meio do INPI, em 2009. Para ele, é um sinal de que a internacionalização das empresas brasileiras está ampliando o foco da inovação feita aqui.
"A patente é o que garante direitos exclusivos de remuneração sobre um esforço de desenvolvimento. Materializa o conhecimento como valor econômico", explica Ávila. "Se uma tecnologia pode ser combinada com o conhecimento produzido em outros países ou representa chance de vender produtos no mercado global, fica interessante protegê-la em todos os países onde se quer atuar. E o INPI é hoje uma porta para o mundo."
Para o presidente do INPI, apesar das dificuldades da indústria brasileira para exportar e enfrentar a competição de importados no mercado interno, o empresariado passou a ver a inovação como um fator decisivo para a competitividade, para além de câmbio e barreiras tarifárias.
"Na medida em que aumenta o conhecimento sobre o mundo da inovação e o Brasil se integra à economia internacional, oportunidades criadas aqui com potencial de repercussão no mundo passam a ser melhor aproveitadas. Antes, numa economia isolada, as empresas nem pensavam em levar o que criavam para um mercado mais amplo", diz Ávila.
Prazo. Entre janeiro e o início de dezembro de 2011, o INPI recebeu 30.088 pedidos de patentes, alta de 7,2% em relação a 2010. Atualmente, o processo de concessão de patentes do INPI dura entre seis e oito anos. Com o aumento do número de examinadores, Ávila espera reduzir o prazo em dois anos e meio já em 2012.
Outra forma de facilitar negócios é a emissão de uma "opinião preliminar" sobre o objeto do pedido de proteção. O documento, que passará a ser emitido pelo INPI até junho, poderá ser usado em contratos antes mesmo da patente definitiva.
Fonte: O Estado de São Paulo. Jornal da Ciência, 26 de janeiro de 2012.
INPI fecha ano com recorde de pedidos de marcas e patentes
JC e-mail 4413, de 10 de Janeiro de 2012.
INPI fecha ano com recorde de pedidos de marcas e patentes
Os números preliminares de pedidos de registro de marcas e patentes mostram que 2011 foi um ano bom para a inovação brasileira apesar da crise internacional que se agravou no fim do ano. Os indicadores de propriedade intelectual atingiram recordes históricos.
Foram feitos 31.924 pedidos de patentes no ano passado, contra 28.052 solicitados em 2010. Os índices são ainda mais expressivos quando se compara 2011 com 2010. São 152.735 pedidos, ou seja, 23.115 a mais que os registrados no último ano do governo Lula.
"Os índices revelam o bom momento do país, mas também a conscientização da sociedade brasileira sobre a importância da propriedade intelectual", avaliou o presidente do INPI, Jorge Ávila. O Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) estima que os números ainda devam aumentar. O total de pedidos de patentes depositadas pode chegar a 35 mil. Isso porque os dados dos pedidos feitos pelo sistema PCT, usado para registrar o depósito internacional de patentes, ainda não foram computados.
Para facilitar ainda mais o acesso dos brasileiros ao sistema de patentes, o instituto lançará, em 2012, o sistema e-Patentes, que permitirá o depósito do pedido via internet.
Fonte: Jornal da Ciência, 10 de janeiro de 2012
INPI fecha ano com recorde de pedidos de marcas e patentes
Os números preliminares de pedidos de registro de marcas e patentes mostram que 2011 foi um ano bom para a inovação brasileira apesar da crise internacional que se agravou no fim do ano. Os indicadores de propriedade intelectual atingiram recordes históricos.
Foram feitos 31.924 pedidos de patentes no ano passado, contra 28.052 solicitados em 2010. Os índices são ainda mais expressivos quando se compara 2011 com 2010. São 152.735 pedidos, ou seja, 23.115 a mais que os registrados no último ano do governo Lula.
"Os índices revelam o bom momento do país, mas também a conscientização da sociedade brasileira sobre a importância da propriedade intelectual", avaliou o presidente do INPI, Jorge Ávila. O Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) estima que os números ainda devam aumentar. O total de pedidos de patentes depositadas pode chegar a 35 mil. Isso porque os dados dos pedidos feitos pelo sistema PCT, usado para registrar o depósito internacional de patentes, ainda não foram computados.
Para facilitar ainda mais o acesso dos brasileiros ao sistema de patentes, o instituto lançará, em 2012, o sistema e-Patentes, que permitirá o depósito do pedido via internet.
Fonte: Jornal da Ciência, 10 de janeiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Eventos Nacionais
- XLI Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular - SBBq
19 a 22 de Maio de 2012, Foz do Iguaçu - PR
Site: http://sbbq.iq.usp.br/v2/index.php?option=com_content&task=view&id=696&Itemid=131
- ENZITEC 2012 - Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática
7 a 10 de Outubro, Blumenau - Sc
- 5o. Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel
16 a 19 de Abril, Cento de Convenções de Salvador, Salvador, Bahia.
http://oleo.ufla.br/.
- 5o Congresso Nacional sobre Biocombustíveis
14 a 15 de abril, Canoas - RS
Site: http://www.abq.org.br/biocom
19 a 22 de Maio de 2012, Foz do Iguaçu - PR
Site: http://sbbq.iq.usp.br/v2/index.php?option=com_content&task=view&id=696&Itemid=131
- ENZITEC 2012 - Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática
7 a 10 de Outubro, Blumenau - Sc
- 5o. Congresso da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel
16 a 19 de Abril, Cento de Convenções de Salvador, Salvador, Bahia.
http://oleo.ufla.br/.
- 5o Congresso Nacional sobre Biocombustíveis
14 a 15 de abril, Canoas - RS
Site: http://www.abq.org.br/biocom
sábado, 1 de outubro de 2011
Workshop sobre Nanotecnologia
Estimular uma interação real entre empresas e academia no setor de nanotecnologia. Esse é o principal objetivo do Workshop Nanotecnologias: da Ciência ao Mundo dos Negócios, idealizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
O evento é realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Será no Senai Mario Amato, em São Bernardo do Campo (SP).
Cinco associações brasileiras que têm no desenvolvimento de suas atividades grande capacidade de absorção de insumos e produtos com aplicação de nanotecnologia apresentarão indicando os gargalos, as demandas e as recomendações em relação à P&D de nanotecnologia pelos pesquisadores. Também serão realizadas discussões em cada uma dessas áreas temáticas, sob a coordenação de personalidades ligadas à área na comunidade científica brasileira.
Para saber mais: http://workshopnano.abdi.com.br/default.aspx
O evento é realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Será no Senai Mario Amato, em São Bernardo do Campo (SP).
Cinco associações brasileiras que têm no desenvolvimento de suas atividades grande capacidade de absorção de insumos e produtos com aplicação de nanotecnologia apresentarão indicando os gargalos, as demandas e as recomendações em relação à P&D de nanotecnologia pelos pesquisadores. Também serão realizadas discussões em cada uma dessas áreas temáticas, sob a coordenação de personalidades ligadas à área na comunidade científica brasileira.
Para saber mais: http://workshopnano.abdi.com.br/default.aspx
domingo, 4 de setembro de 2011
III Jornada Acadêmica da Bioquimica da UFSJ
Para se inscrever, acesse: https://sites.google.com/site/3jabqui/
PATROCÍNIO:
sábado, 3 de setembro de 2011
Parceria entre Bayer CropScience e PepsiCo movimenta a cadeia produtiva da batata
São Paulo, 2 de setembro de 2011 – A Bayer CropScience e a PepsiCo acabam de anunciar uma importante parceria para o desenvolvimento do programa Food Chain Partnership na América do Sul. O acordo, assinado em recentemente, visa ampliar a adoção de práticas agrícolas sustentáveis em toda a cadeia produtiva dos fornecedores de batata da Pepsico, que atuam na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela, iniciativa já realizada pela PepsiCo desde 1990.
Os objetivos desta parceria são capacitar os agricultores e incentivá-los a investir em práticas que garantam competitividade e diferenciação no mercado, oferecendo ferramentas para a gestão agrícola, gestão integrada do tubérculo, rastreabilidade, armazenamento e utilização correta e segura de produtos fitossanitários. Os produtores também receberão informações relevantes sobre a importância do desenvolvimento sustentável da agricultura, sendo o principal ponto para a superação dos grandes desafios globais do segmento, além do atendimento da crescente demanda por alimentos.
Para este acordo, a Bayer CropScience desenvolveu treinamentos personalizados para os produtores da Pepsico, focados no uso correto e seguro de defensivos agrícolas, armazenamento adequado dos produtos, além de cursos sobre pragas e doenças que atacam a cultura da batata. Também faz parte desta parceria atividades que auxiliarão no cumprimento de normas de certificação, como por exemplo, GlobalGap e Rainforest Alliance, cuja norma para certificação de produtores de batata em todo o mundo foi desenvolvida a partir do modelo seguido por produtores parceiros da PepsiCo no Chile, os primeiros a receber esta certificação em cultivo de batata..
“A parceria com a Bayer CropScience possibilitará à PepsiCo ampliar a sua atuação sustentável, fundamental em nossa visão de negócios de Performance com Propósito. Entre as nossas promessas estão o respeito e uso responsável dos recursos naturais em nossos negócios e na comunidade onde atuamos, o que inclui oferecer recursos, suporte técnico e treinamento a agricultores locais, promover a educação ambiental e melhores práticas junto aos nossos parceiros de negócios. O programa Food Chain Partnership dará um impulso fundamental para ampliar a abrangência dos projetos que temos desenvolvido na região ao longo dos últimos 20 anos”, afirma Jorge Tarasuk, vice-presidente de Operações da PepsiCo para América do Sul.
Com o processo, a PepsiCo contará com produtos agrícolas de alta qualidade, produzidos dentro dos conceitos de desenvolvimento sustentável e atendendo as exigências dos consumidores, que cada vez mais buscam produtos de qualidade e seguros, provenientes de fontes responsáveis que respeitam o meio ambiente e a sociedade. “Unimos forças para a implementação das boas práticas agrícolas nos fornecedores de batata da Pepsico. O sucesso do programa Food Chain Partnership da Bayer CropScience na América do Sul está fundamentado no comprometimento da empresa com a sustentabilidade das cadeias produtivas”, destaca Franziska Bendisch, responsável por Desenvolvimento Sustentável e Food Chain Partnership da Bayer CropScience para América Latina.
Dentro da parceria, Colômbia, Argentina, Equador e Chile foram os primeiros países a receber o programa Food Chain Partnership. Já nas primeiras semanas, 35 produtores colombianos participaram de workshops sobre sustentabilidade, combate ao trabalho infantil e manejo seguro dos produtos. Na Argentina mais de 20 agrônomos que atendem a Pepsico também participaram de treinamento do programa. No Equador, 15 agricultores foram capacitados, além dos agrônomos da PepsiCo. No Chile todos os 10 fornecedores de batata da PepsiCo estão comprometido com a participação no programa.
O programa de Food Chain Partnership da Bayer CropScience será iniciado com os produtores da Pepsico no Brasil, Peru e Venezuela ainda no segundo semestre deste ano. A Bayer CropScience trabalha em mais de 40 projetos de Food Chain Partnership na América Latina e mais de 250 globalmente, apoiando empresas parceiras a implementarem políticas agricultura sustentável. Desde que começou suas ações, em 2006, já auxiliou inúmeros agricultores em mais de 40 países pelo mundo.
Enviado por Rodrigo Santos por e-mail.
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